
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
DETONANDO
Que vergonha, seu Inácio Arruda. O que o poder fez com o senhor! Integrar a tropa de choque do ma(o)ribo(u)ndo Sarney! Sei não. Mas acho que senador o senhor não se elege mais nem aqui nem na Cochinchina.
Esse, com sua idiotia psicosomática, pode até meter medo num gaúcho de 81 anos, mas não num cearense. Prá nós aqui, não passa de um coronelzinho porraloca. Paulo Duque. Quem já tinha ouvido falar nisso? Suplente de suplente, agora senador. Só no Brasil. Com tanta idade e se prestar a esse papel tão deprimente de ser um pau-mandado!
FORTAL: UM VAZIO CHEIO DE GENTE
Atualmente, em quase todas as cidades brasileiras acontecem manifestações populares, de cunho religioso
ou não, seja para festejar uma data importante ou alguém ou alguma coisa. E são justamente essa data, esse alguém ou essa coisa o tema central dessas manifestações, na verdade festas, que muitas vezes passam a fazer parte do calendário turístico das localidades onde são realizadas. Se não, vejamos. O carnaval do Rio de Janeiro, por exemplo, tem como espinha dorsal o desfile das escolas de samba com seus enredos e alegorias; as festas de padroeiro ou padroeira tem como tema central a louvação ao santo ou a santa de referência; o boi-bumbá de Parintins, no Pará, tem como atração a disputa entre duas agremiações de brincantes que representam uma o boi Garantido e a outra o boi Caprichoso, entes do folclore local; os cha
mados carnavais fora de época da Bahia tem como base a apresentação de bandas musicais que executam as mais variadas vertentes do que hoje se convencionou chamar de "axé-music"; o grande arraial de Campina Grande, na Paraíba, acontece tendo como motivação a nordestinidade, com o seu forró puro e sua culinária regional. E muitos outros exemplos que pululam por todo o Brasil poderiam ainda ser citados.
ou não, seja para festejar uma data importante ou alguém ou alguma coisa. E são justamente essa data, esse alguém ou essa coisa o tema central dessas manifestações, na verdade festas, que muitas vezes passam a fazer parte do calendário turístico das localidades onde são realizadas. Se não, vejamos. O carnaval do Rio de Janeiro, por exemplo, tem como espinha dorsal o desfile das escolas de samba com seus enredos e alegorias; as festas de padroeiro ou padroeira tem como tema central a louvação ao santo ou a santa de referência; o boi-bumbá de Parintins, no Pará, tem como atração a disputa entre duas agremiações de brincantes que representam uma o boi Garantido e a outra o boi Caprichoso, entes do folclore local; os cha
mados carnavais fora de época da Bahia tem como base a apresentação de bandas musicais que executam as mais variadas vertentes do que hoje se convencionou chamar de "axé-music"; o grande arraial de Campina Grande, na Paraíba, acontece tendo como motivação a nordestinidade, com o seu forró puro e sua culinária regional. E muitos outros exemplos que pululam por todo o Brasil poderiam ainda ser citados. E o nosso Fortal, que por sinal tem se apresentado mais desanimado a cada ano, é prá festejar o quê? O que motiva os quatro dias dessa folia além do lucro financeiro? Em suas primeiras edições, o Fortal deu a entender que seria mais um evento musical que exploraria o "axé-music", executad
o sobre e por trios elétricos, à imagem e semelhança do que ocorre em Salvador, na Bahia, aproveitando a onda de sucesso do novo ritmo. Mas com o tempo, o que se viu foi o evento gradualmente perder suas características iniciais inclusive com a inclusão no seu repertório de outros gêneros musicais, com mais destaque aqueles tocados por bandas que se auto-intitulam bandas de forró mas que forró mesmo não tocam é nada. Aí tá dando no que tá dando. Perdendo a sua identidade, o Fortal só tem perdido em animação, glamour e em número de brincantes, até porque, pela própria mudança de atitude dos organizadores, nota-se que o "axé-music", pelo menos aqui no Ceará, já se esgotou.
o sobre e por trios elétricos, à imagem e semelhança do que ocorre em Salvador, na Bahia, aproveitando a onda de sucesso do novo ritmo. Mas com o tempo, o que se viu foi o evento gradualmente perder suas características iniciais inclusive com a inclusão no seu repertório de outros gêneros musicais, com mais destaque aqueles tocados por bandas que se auto-intitulam bandas de forró mas que forró mesmo não tocam é nada. Aí tá dando no que tá dando. Perdendo a sua identidade, o Fortal só tem perdido em animação, glamour e em número de brincantes, até porque, pela própria mudança de atitude dos organizadores, nota-se que o "axé-music", pelo menos aqui no Ceará, já se esgotou. Ao nosso ver, o grande lapso do Fortal foi ter sido concebido sem nenhuma preocupação co
m as raízes culturais de nossa região e sua gente. E esse descompromisso com os mais arraigados valores de nossa genuína cultura popular fez com que o Fortal se tornasse uma festa sem alma, onde uma multidão canta (?), grita, dança(?) e pulam no mesmo ritmo e coreografia seja lá o que for que esteja sendo tocado. É triste constatar, mas esse é o Fortal: um evento vazio cheio de gente.
m as raízes culturais de nossa região e sua gente. E esse descompromisso com os mais arraigados valores de nossa genuína cultura popular fez com que o Fortal se tornasse uma festa sem alma, onde uma multidão canta (?), grita, dança(?) e pulam no mesmo ritmo e coreografia seja lá o que for que esteja sendo tocado. É triste constatar, mas esse é o Fortal: um evento vazio cheio de gente.Ivo Dias
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terça-feira, 4 de agosto de 2009
CURTAS E GROSSAS IV

1-Corre à solta nos corredores do senado federal o seguinte: se o presidente de plantão, Zé Sarney, abdicar do cargo, todas as acusações que lhe são imputadas serão esquecidas. Huumm! Vê se eu entendi. Quer dizer que, como senador, pode-se praticar nepotismo, desviar verbas de gabinete, contratar sem concurso, roubar, etc. e coisa e tal, mas, como presidente do senado, não pode. Lesgal!!!
2-Chega a ser descaramento a tranquilidade e a desfaçatez com que certos comerciantes colocam irresponsavelmente à venda produtos com prazo de validade vencido, incluindo aliment
os, podendo provocar sérios danos ao consumidor. Deve-se desconfiar sempre que o preço de um determinado produto apresentar grande variação entre um e outro estabelecimento, pois as mercadorias com prazo vencido na maioria das vezes são oferecidas a um preço bem abaixo daquelas com o prazo não vencido. Um caso desse aconteceu comigo. Nesse domingo passado, a pedido do meu filho, fui ao Mercantil Líder, aqui mesmo no Icaraí, para comprar uma dessas pizzas semi-preparadas e grande foi minha surpresa e decepção ao constatar que todas que estavam expostas no freezer tinham prazo de validade vencido. Cadê os órgãos de fiscalização sanitária? E os de defesa do consumidor? E a Sunab (o número do telefone não estava exposto, como é obrigatório)? E a saúde do povo, como fica?
os, podendo provocar sérios danos ao consumidor. Deve-se desconfiar sempre que o preço de um determinado produto apresentar grande variação entre um e outro estabelecimento, pois as mercadorias com prazo vencido na maioria das vezes são oferecidas a um preço bem abaixo daquelas com o prazo não vencido. Um caso desse aconteceu comigo. Nesse domingo passado, a pedido do meu filho, fui ao Mercantil Líder, aqui mesmo no Icaraí, para comprar uma dessas pizzas semi-preparadas e grande foi minha surpresa e decepção ao constatar que todas que estavam expostas no freezer tinham prazo de validade vencido. Cadê os órgãos de fiscalização sanitária? E os de defesa do consumidor? E a Sunab (o número do telefone não estava exposto, como é obrigatório)? E a saúde do povo, como fica? 3-Volta às a
ulas é, também, volta às preocupações com o transporte escolar, principalmente, das crianças. Não são raras as vezes que se vê circulando pelas ruas e avenidas veículos dos mais variados tipos transportando crianças sem as mínimas condições para tal. E não raro também são os casos de acidentes, por vezes graves, ocasionados pelo péssimo estado de conservação desses transportes. É por demais necessário que ao se contratar um transporte escolar se faça uma inspeção do mesmo, principalmente no que se refere aos ítens de segurança, tais como elementos de sinalização, cintos, freios, etc. E é primordial que os motoristas sejam técnica e psicologicamente aptos a conduzirem esse tipo de transporte, o que requer condições específicas. Todo cuidado é pouco para se garantir a integridade dos pimpolhos que, como reza o dito popular, são o futuro do país.
ulas é, também, volta às preocupações com o transporte escolar, principalmente, das crianças. Não são raras as vezes que se vê circulando pelas ruas e avenidas veículos dos mais variados tipos transportando crianças sem as mínimas condições para tal. E não raro também são os casos de acidentes, por vezes graves, ocasionados pelo péssimo estado de conservação desses transportes. É por demais necessário que ao se contratar um transporte escolar se faça uma inspeção do mesmo, principalmente no que se refere aos ítens de segurança, tais como elementos de sinalização, cintos, freios, etc. E é primordial que os motoristas sejam técnica e psicologicamente aptos a conduzirem esse tipo de transporte, o que requer condições específicas. Todo cuidado é pouco para se garantir a integridade dos pimpolhos que, como reza o dito popular, são o futuro do país.Ivo Dias
FLECHEIRAS E GUAJERU

Continuam belíssimas e hospitaleiras as praias de Flecheiras e Guajeru, no município de Trairi, Ceará, distante 115 kms a oeste de Fortaleza. Com suas praias limpas e extensas e um mar de águas limpas e calmas, esses dois recantos do litoral cearense estão sendo muito procurados pelos praticantes de kite-surf, e já contam, inclusive, com instrutores para os iniciantes nessa prática esportiva.
Dotada de aconchegantes pousadas e bons restaurantes, Flecheiras é cada vez mais procurada por quem deseja curtir com a fam
ília uma praia longe da capital mas com bons serviços de estadia. Já Guajeru, com sua vilazinha simples, suas jangadas e pescadores, e sua praia ainda pouco frequentada, apresenta-se mais tranquila ainda, sendo ideal para quem quer dar uma pausa no burburinho da cidade grande.
ília uma praia longe da capital mas com bons serviços de estadia. Já Guajeru, com sua vilazinha simples, suas jangadas e pescadores, e sua praia ainda pouco frequentada, apresenta-se mais tranquila ainda, sendo ideal para quem quer dar uma pausa no burburinho da cidade grande. A nota negativa nos dois casos, é a via de acesso logo na chegada a Flecheiras (que é passagem também para Guajeru). O asfalto, além de está sendo tomado pelas dunas, se encontra bastante danificado. Faz-se mister uma melhor atenção da prefeitura de Trairi àquela região, para que uma visita a Flecheiras e Guajeru permaneça sempre como uma lembrança sem mácula.
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Fotos: Ivo Dias
sábado, 1 de agosto de 2009
CONTINUA O SUCESSO!
E continua fazendo retunbante sucesso na praia do Icaraí, em Caucaia, região metropolitana de Fortaleza, a Tapiocaria e Café Matuto. Sob a direção de Rogério Ribeiro, a tapiocaria
e café tem agradado a todos que por lá passam para saborear as genuínas tapiocas e o saboroso cuscuz, sempre na companhia de um café fresquinho e caseiro, feitos com maestria por dona Pastora.
Por toda as férias de julho, a Tapiocaria e Café Matuto recebeu de braços abertos visitantes de todos os quadrantes do país. E ficou patente no semblante de todos o prazer de terem visitado um cantinho tão aconchegante, onde, além das iguarias com as quais se deliciaram, tiveram a oportunidade de ouvir sucessos da música brejeira de antanhos reproduzidas em radiola. Merece nota também, o bate-papo e o diz-que-me-diz gostoso que sempre afloram entre os visitantes*.
Quem visita as praias a oeste de Fortaleza, realmente, não pode deixar de dá uma passadinha na Tapiocaria e Café Matuto (http://www.tapiocariaecafematuto.blogspot.com/). Eu já estou é viciado... e por falar nisso, já tá passando a hora do meu café com tapioca. Ver-nos-emos por lá.
Ivo Dias
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(*) Na foto, um desses encontros prazeirosos que acontecem lá na tapiocaria e café. Olha lá eu de boné!
e café tem agradado a todos que por lá passam para saborear as genuínas tapiocas e o saboroso cuscuz, sempre na companhia de um café fresquinho e caseiro, feitos com maestria por dona Pastora.Por toda as férias de julho, a Tapiocaria e Café Matuto recebeu de braços abertos visitantes de todos os quadrantes do país. E ficou patente no semblante de todos o prazer de terem visitado um cantinho tão aconchegante, onde, além das iguarias com as quais se deliciaram, tiveram a oportunidade de ouvir sucessos da música brejeira de antanhos reproduzidas em radiola. Merece nota também, o bate-papo e o diz-que-me-diz gostoso que sempre afloram entre os visitantes*.
Quem visita as praias a oeste de Fortaleza, realmente, não pode deixar de dá uma passadinha na Tapiocaria e Café Matuto (http://www.tapiocariaecafematuto.blogspot.com/). Eu já estou é viciado... e por falar nisso, já tá passando a hora do meu café com tapioca. Ver-nos-emos por lá.
Ivo Dias
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(*) Na foto, um desses encontros prazeirosos que acontecem lá na tapiocaria e café. Olha lá eu de boné!
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