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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

CURTAS E GROSSAS V

1-Peraí! Ter cuidado com a gripe suína e coisa e tal, tudo bem. Mas daí a chegar a essa esquisitice aí da foto, é radicalizar. Tudo bem que as agências bancárias, pela quantidade de gente que procuram seus serviços, é um ambiente que favorece por demais a transmissão do vírus da gripe entre as pessoas, mas agindo-se dessa maneira é aquela estória: em vez de se matar o carrapato quem vai morrer é a vaca.
2-Qual é agora a desse soldadinho golpista com essa estória de guerra? Que porra-louquice é essa desse pseudo-Bolívar que, enquanto a maioria de seus concidadãos sofrem a humilhação de passar fome, cria, movido pela sua mega-cretinice, um factóide que só tende a piorar ainda mais as relações internacionais de seu combalido país? Guerra! E logo com quem? Com o Tio Sam. É muita pretensão! Um doidim desse...
3-E essa lei que se criou para garantir o sossego de quem quer um merecido descanço, que ficou conhecida como lei do silêncio, será mais uma criada para não ser obdecida, como muitas outras pelo Brasil a fora? No começo até que se via a fiscalizão, mas já relaxou e o que se vê são bares, casas de show, igrejas e templos e os detestáveis paredões de som azucrinando todo mundo em qualquer lugar num descarado afronta às leis. E, na maioria das vezes, quando se telefona para os órgão competentes para denunciar, o que acontece é um jogo de empurra prá lá e prá cá, sem que ningúem queira assumir a competência para a solução do caso. E tudo piora nos balneários praianos. Aí vira terra de ninguém. Tornam-se territórios livres para os paredões (muitos já são espigões) de som que não respeitam áreas residenciais, escolas ou hospitais. E haja barulho e suas consequências, inclusive danos físicos e psicológicos.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

CURTAS E GROSSAS III

1-Eu não sei ainda o por quê de tanto estardalhaço à cerca da desdita gripe suína (as pessoas fazem a sujeira e o bicho é que pega a fama). É lógico que, como toda doença, e, ainda mais, em se tratando de uma pandemia, essa gripe merece todo cuidado por parte do doente e dos órgãos da saúde pública. Mas será que não estão havendo excessos no tratamento dado a questão e, principalmente, na divulgação pela mídia e pelos órgãos competentes? Ora, existem outras doenças que causaram, causam e, com certeza, causarão bem mais vítimas, inclusives fatais, como é o caso da tuberculose, e não se vê assim tanta celeuma à respeito. Será que é por que essa gripe se alastra também pelos bairros chiques, vitimando pessoas ditas "bacanas"?

2-O "gato" (lá vai de novo as pessoas fazendo sujeira e o bicho pegando a fama), denominação usada para o furto de energia elétrica, é ilegal e seja quem for que pratique esse ilícito estará passível de punição conforme prevê a lei. Nada mais justo. Porém, é incompreensível o tratamento diferenciado dado á respeito, por parte da COELCE, a uns e outros consumidores. Esclarecendo: quando um consumidor, considerado de boa condição financeira, é flagrado "gateando" é punido com multa e consequências. Por outro lado, se o consumidor é considerado sem condições de arcar com a multa fica por isso mesmo. No máximo vai ter sua energia cortada. Resultado: quem mora próximo à comunidades ditas carentes - meu caso - fica prejudicado com as constantes quedas de energia causadas pelos "gatos" que quando, eventualmente, são cortados pela COELCE são incontinenti religados. Esses casos, longe de serem raros, requerem uma maior atenção por parte da COELCE, até por respeito a quem religiosamente paga sua conta.

3-É uma cachorrada (de novo as pessoas fazendo a sujeira e o bicho pegando a fama) o que alguns alunos - nesse caso, vândalos - estão fazendo com suas próprias escolas. Pipocam por toda a imprensa brasileira notícias dando conta da depredação por que passam inúmeras escolas - principalmente as públicas - provocadas por seus alunos(?) que, dessa maneira, demonstram total descaso, desprezo e desrespeito pelo que, em tese, por eles deveriam ser bem cuidadas, pois são nessas mesmas escolas que eles tem a oportunidade de se tornarem aptos para um futuro mais promissor. E o pior é que muitos desses aprendizes de meliante se escondem por trás de suas idades que os tornam, diante da lei, menores de direito, mas que de fato não o são uma vez que tem plena consciência do que fazem. A lei não pode ser branda com esses depredadores que usurpam o que era prá ser visto como um templo: a escola. Não justifica, mas também com os exemplos que emanam lá de cima...!

Ivo Dias